Rodofort cresceu 156% no primeiro trimestre de 2021

A fabricante de implementos rodoviários AB Rodofort divulgou os resultados dos três primeiros meses do ano, com os emplacamentos representando o dobro em comparação com o primeiro trimestre de 2020. A companhia de Sumaré (SP) obteve um crescimento de 156% em relação ao mesmo período do ano passado.

Mais da metade dos implementos negociados de janeiro a março pela Rodofort foram da linha graneleiro, destinados ao agronegócio. Outros destaques de vendas do portfólio da empresa são as linhas sider e baú de alumínio, que atendem à demanda dos operadores que atuam com pallets na logística de distribuição entre a indústria e o mercado de varejo, além dos porta-contêineres para operações portuárias. “Nossa carteira de clientes está dividida entre agronegócios e logística de movimentação de produtos acabados”, afirma Alves Pereira, diretor-geral da Rodofort.

A Rodofort retornou ao mercado em 2018 e produziu 110 unidades naquele ano. Em 2019, a companhia obteve 654 emplacamentos e em 2020 foram vendidos 1.350 implementos rodoviários da linha pesada. Para 2021, a projeção da Rodofort é alcançar 2.100 unidades comercializadas. “Estamos consolidando nossa marca no mercado e os resultados crescentes mostram que nossa estratégia comercial é acertada”, declara Pereira.

A expectativa da empresa de crescimento conta com o reforço da Guerra, que foi adquirida pelo grupo controlador da Rodofort e que está voltando à atividade. Até o final do ano a prestigiosa fabricante de implementos rodoviários voltará a produzir na fábrica de Caxias do Sul (RS). No início de maio começam a trabalhar na planta da empresa gaúcha os quatro primeiros funcionários contratados para a Guerra. “São pessoas que vão desempenhar um papel chave nesse primeiro momento atuando na organização para por a futura planta industrial em funcionamento. As contratações seguintes vão acontecer nas próximas semanas”, explica o diretor-geral da Rodofort.

A previsão do grupo é de que em cinco anos a Guerra tenha aproximadamente mil funcionários. O investimento para a reabertura da empresa será de cerca de R$ 10 milhões e o valor será destinado para manutenção das máquinas, aquisição de matéria-prima e contratação e treinamento de pessoal. A Guerra deve reestrear no mercado no último trimestre de 2021 e a
projeção é de fabricar 250 implementos rodoviários inicialmente.

Foto: Rodofort