Motor a gás e etanol da FPT Industrial conquista Prêmio REI

A FPT Industrial conquistou o Prêmio REI (“Reconhecimento à Excelência e Inovação”, concedido pela Automotive Business) na categoria “Motores & Transmissões”. Braço da CNH Industrial responsável pelo desenvolvimento e produção de powertrains, a FPT foi eleita, entre outros fatores, pela inovação do seu motor F1C Gás Etanol, que foi apresentado como conceito na Fenatran 2019.

Tendo como base o F1C movido a GNC (gás natural comprimido) já disponível na Europa para a linha Daily da Iveco, a equipe de engenharia do Technical Center da FPT em Betim (MG) desenvolveu o F1C Gás Etanol, com 4 cilindros, 3 litros, turbo, 136 cv de potência e 350 Nm de torque, para ser abastecido com GNC, biometano e etanol.

“O etanol é o combustível renovável mais importante da matriz energética do Brasil, com alta disponibilidade de abastecimento, elevada produtividade a partir de cana-de-açúcar, além de não emitir material particulado, como o diesel. Com a inovação em seu DNA, a FPT Industrial não poderia deixar de apostar no potencial dessa nova configuração, que se soma à nossa experiência de mais de 25 anos no desenvolvimento de motores a gás natural”, afirma André Faria, especialista de Marketing de Produto da FPT Industrial para a América do Sul.

O F1C Gás Etanol é equipado com tecnologia de combustão estequiométrica exclusiva da marca, que permite o menor consumo de combustível da categoria, nível de ruído inferior ao de motores a diesel e redução de emissões, sendo compatível com a fase L7 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), equivalente à norma europeia Euro 6. O catalisador de três vias do novo F1C dispensa a necessidade de Arla 32 e de tecnologia EGR e proporciona uma economia de até 30%, dependendo do combustível.

“Com o FPT F1C Gás Etanol, um motor próprio para a realidade brasileira, apresentamos ao mercado um conceito que mescla baixas emissões de poluentes do gás natural com toda a versatilidade do etanol, uma das bases da energia brasileira. O resultado é o aumento da autonomia associada à robustez e menores custos operacionais dos motores FPT Industrial”, conclui Faria.

Foto: FPT Industrial